Gira, que gira, e cansa o olhar.
Gira que gira, que contrai o respirar.
Num sorpo dormente, até acordar.
Gira e pára num mundo só meu.
Labirinto de lágrimas, esconderijo no céu.
Gira em mim, sobre ti e sobre tudo ao que me dei.
O amor exaustivo do que, outrora, desejei.
